Nós do Sem Roteiro (Vitor de Arruda Pereira e Rosana Klafke) gostamos de estruturas e espaços históricos, ajuda a enriquecer o passeio. E hoje vamos comentar sobre uma ponte.
Se você é apaixonado por destinos que combinam paisagens naturais, arquitetura centenária e episódios marcantes da história do Brasil, a cidade de Rio Pardo guarda um tesouro imperdível: a Ponte do Couto.
Mais do que um monumento em pedra, ela é uma testemunha viva da evolução do Rio Grande do Sul, ligando o passado ao presente e mantendo viva a memória de batalhas, lendas populares e tradições culturais.
Construída em 1848, a ponte se destaca por sua engenharia em pedra, projetada pelo alemão Johann Martin Buff no clássico modelo de arcos romanos. Graças à sua relevância histórica e arquitetônica, a Ponte do Couto foi oficialmente tombada pelo IPHAE (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado) como patrimônio cultural gaúcho. Em 11 de novembro de 1836, aconteceu o Combate da Ponte do Couto – episódio marcante da Revolução Farroupilha.
Ela fica localiza no antigo Distrito do Couto, passou a ser Avenida Pinto de Castro, no Bairro Ramiz Galvão; e atualmente o trecho da ponte está mapeado como Estrada João Rodrigues, no Distrito de mesmo nome. O acesso principal é feito a partir da BR-471 (no sentido em direção a Santa Cruz do Sul), ingressando por um trecho de estrada de terra. Não há cobrança de ingresso!
Cenário
- O que esperar: A estrutura segue preservada e ainda pode ser atravessada. Uma pequena trilha na lateral permite descer até a base para observar os imponentes arcos vistos de baixo — o melhor ângulo para fotos!
- Dica de fotografia: Vá durante o meio da manhã ou fim da tarde para aproveitar a luz natural batendo nas pedras da ponte.
Quer ficar por dentro das notícias de turismo e ainda conferir dicas de viagens e passeios, acompanhe a gente no Instagram, Facebook e Youtube do Blog Sem Roteiro.

